domingo, 17 de outubro de 2010

Sempre Osho...

Vencendo as barreiras


Vencendo as barreiras
:: Elisabeth Cavalcante ::

Somos o resultado daquilo que acreditamos ser. A crença é, aliás, o que direciona a nossa vida o tempo todo. Não apenas as crenças externas, que a sociedade nos impôs, mas, principalmente, aquelas que nós próprios nos impomos, a partir das experiências emocionais que a vida nos trouxe.

O resultado é uma postura de amargura, em que nos cobramos uma perfeição que acreditamos jamais conseguir alcançar. Não é de admirar que a depressão seja um dos maiores males da sociedade atual.

A maioria de nós vive em total disssonância com a sua realidade interior, aquela que vem da alma e determina nossos anseios mais profundos, que poucas pessoas conhecem.

Viver sob o domínio do ego é uma experiência bastante dolorosa, pois nos traz o medo permanente de que deixemos transparecer nossas fragilidades e, deste modo, sejamos esmagados pelo mundo.

A única maneira de escapar desta armadilha é aceitar nossas limitações e olhar para elas com um olhar amoroso e compassivo, entendendo-as como o produto dos condicionamentos a que fomos expostos.

Entretanto, existe uma postura fundamental, que pode fazer toda a diferença entre uma vida feliz e saudável e outra onde o sofrimento será uma constante: trata-se da fé, de acreditar que apesar de difícil, sempre será possível vencer os obstáculos, se estivermos dispostos a buscar ajuda.

Os recursos para isto existem atualmente às dezenas, mas eles jamais poderão fazer algo por nós se não estivermos movidos por uma vontade profunda, que nos mobilize a fazer tudo o que pudermos para alcançar a paz e a serenidade com que sonhamos.

...."A mente funciona como um computador, e seguimos alimentando suas atitudes. Estas vão se acumulando lá e pouco a pouco se tornam profundamente entranhadas.
Personalidades podem ser divididas em duas categorias. A primeira, os psicólogos chamam de personalidade T, tóxica, e a outra chamam de personalidade N, nutridora.

Uma personalidade tóxica está sempre olhando as coisas de uma maneira negativa. Toda a visão do mundo da personalidade tóxica é depressiva, triste. A personalidade tóxica se esconde atrás de belos rostos. Um perfeccionista é uma personalidade tóxica.

...Ele quer procurar pelas falhas, enganos, erros, qualquer coisa que esteja faltando, e essa é a melhor maneira - manter uma aparência de perfeição para que ele possa comparar com o ideal e condenar sempre.

Essa personalidade tóxica sempre olha naquilo que não é e nunca olha naquilo que é, desse modo o descontentamento se torna natural. Uma personalidade tóxica envenena seu próprio ser; não apenas isso - goteja veneno.

Isso pode ser uma herança. Se você conviveu na sua infância com pessoas que tinham uma atitude negativa para com a vida... Isso pode estar oculto em termos brilhantes, belas linguagens, ideais, paraíso, Deus, religião, a alma; eles podem usar belas palavras, eles estão simplesmente tentando... e eles falam a respeito do outro mundo somente para condenar este mundo.

....A segunda personalidade, a personalidade N, a personalidade nutridora, é totalmente diferente. Ele não possui ideais, realmente. Ele apenas olha para a vida e a realidade decide seu ideal. Ele é muito razoável. Nunca é perfeccionista; é total, mas nunca um perfeccionista. E sempre olha para o lado bom das coisas. A personalidade N está sempre esperançosa, radiante, aventureira, confiante, não condenatória. Essas são as pessoas que se tornam poetas, pintores, músicos.

....Se uma pessoa tipo N se torna pai, então há um pai de verdade. Se uma pessoa tipo N se torna mãe, ela é uma mãe real. A pessoa tipo T é um pseudopai e pseudomãe. Serve apenas de truque para explorar a criança, para torturar, dominar, possuir e esmagar a criança, para se sentir poderoso esmagando a criança.

O tipo T está na maioria, assim você pode estar certo que você está carregando uma herança como todo mundo. Mas uma vez que você se torna cônscio, não há mais problema. Você pode se mover de T para a N muito facilmente.

...O que você puder fazer, faça; O que você não puder fazer, aceite. É assim que você é, e você está aqui para ser você mesmo, ninguém mais. Pouco a pouco você verá que o seu T está se transformando em N. Você será nutridor e você desfrutará mais, você amará mais, e você ficará mais meditativo.

...Apenas desfrute e se mova de acordo com o seu ser - nada de deveres, nada de ideais, do contrário eles lhe envenenarão. Olhe para a vida com profunda esperança. Ela é realmente bela. Apenas olhe para ela, e não espere por perfeição. Não pense em termos de desfrutar as coisas somente quando elas forem perfeitas; senão você nunca desfrutará.

Se uma pessoa tipo T encontrar Deus, irá imediatamente descobrir algum defeito nele. Eis porque Deus está escondido - devido às pessoas tipo T. Ele se revela para os tipos N, nunca para os tipos T. Ele se revela apenas para aqueles que podem ser nutridos por ele - não somente isso, mas para aqueles que podem nutri-lo.
Portanto, apenas relaxe, desfrute, aceite, e os problemas desaparecerão.
Osho, Extraído de: A paixão pelo impossível.



Elisabeth Cavalcante
Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
Atende em São Paulo e para agendar uma consulta, envie um email.
Conheça o I-Ching
Email: elisabeth.cavalcante@gmail.com

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

É sempre saudável relembrar...

Ninguém é dono da sua felicidade.

Por isso, não entregue sua alegria, sua paz,
sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém!
Nunca se esqueça de que somos livres,
não pertencemos a ninguém.

Se você anda repetindo muito “eu preciso de você” ou,
“você é a razão da minha vida”, cuide-se!
A razão da sua vida é você mesmo.

Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você.
Abrace os que estão ao seu alcance hoje.
Se andas desesperado por problemas
financeiros ou do coração, calma!
Você é reflexo do que pensa diariamente.
Pare de pensar mal de você e seja seu melhor amigo sempre.

Sorria!

Com um sorriso, o mundo se abre para você.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de esperar a felicidade sem esforços.
Pare de exigir das pessoas aquilo que você nem conquistou ainda.
Critique-se menos, trabalhe-se mais!
E nunca se esqueça de agradecer.

“A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las!”
Aristóteles – 360 a.C.

Um forte aplauso!

Um forte aplauso!
Para quem não apenas paga a academia, mas também vai!
E para aquele que vai embora do trabalho antes do chefe, sem culpa.
Vamos aplaudir aquela que, em vez de ficar esperando ele ligar, liga e convida pra sair.
E para quem não finge diante de um quadro:
"Sim, claro, entendi. É apenas um quadrado preto!"
Um aplauso para aquele que decidiu largar tudo e abrir um bar na praia.
Agora um aplauso! O maior dos aplausos! A todos os que experimentam o novo!!!
A VIDA é você quem faz!

(texto do comercial veiculado para a nova Coca-cola Light)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Por que o tempo parece acelerar?

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Então... quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas, dos dias... ou anos. Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso.

Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados de sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso? Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo.

A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente, as pessoas, a paisagem, a língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim). Foram somente três meses, mas ao final do segundo mes eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção.

Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a "acelerar". Pelo menos, assim parecia. Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir -- as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... r-o-t-i-n-a.

Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

O ANTÍDOTO PARA A ACELERAÇÃO DO TEMPO: "M & M"

Felizmente há um antídoto: Mude e Marque. Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas. Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia); Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais. Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe da formatura de sua turma, visite parentes distantes, vá a uma final de campeonato, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no natal, ou faça os enfeites com frutas da região e a participação das crianças, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor -- faça diferente. Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... v-i-v-a. Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado (a) com alguém disposto (a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais... vivo.... do que a maioria dos livros da vida que existem por ai. Se você não tiver mais a esposa, ou o marido, cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes. Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

Aldo Novak
Coach, jornalista e conferencista, diretor da Academia Novak do Brasil.

domingo, 12 de setembro de 2010

Sincronicidade - linguagem do divino orientando nossa vida

Sincronicidade - linguagem do divino orientando nossa vida

Em momentos difíceis da vida, procuramos auxílio do alto e somos preenchidos com um sentimento de esperança de que tudo será diferente, receberemos a ajuda pedida e o mais importante: a vida será como nós queremos! Nunca perguntamos: somos merecedores? Estamos fazendo a nossa parte? Dificilmente, fazemos uma retrospectiva de forma honesta e real. Justificamos nossos erros e colocamos a culpa dos obstáculos, na vida, e no outro. Se parássemos para contabilizar erros e acertos, teríamos como produto a somatória de tudo que não melhoramos em nós, em ações, sentimentos e pensamentos e teríamos a certeza das tarefas que deixamos de fazer: sair da ilusão e deixar os velhos hábitos para trás.

Todos nós passamos por altos e baixos e, apesar dos nossos esforços para evoluir e sairmos vitoriosos, muitas vezes não enxergamos luz no fim do túnel. O mais importante neste momento é refletir, sermos honestos conosco mesmos, buscar o que não está claro. Nossos padrões e crenças nos iludem e pensamos ter o poder de controlar os resultados que programamos insensatamente para nossa vida e nos frustramos. Sempre alicerçados em nossas boas intenções, fazemos planos esquecendo de respeitar o livre-arbítrio das pessoas que incluímos neles, sem perguntar a elas se é da vontade delas também.

Quando nos frustramos com resultados negativos, precisamos encontrar um culpado para aquilo que deu errado. Somos os únicos responsáveis. Carregamos no corpo emocional tudo aquilo que não elaboramos e não trouxemos para consciência para ser transformado e entramos em cada ciclo diferente de vida, carregando coisas velhas. Esquecemos de observar os sinais sincrônicos que a vida nos envia.
A sincronicidade atua em nosso destino, independente dos caminhos que percorremos e quando refletimos nos acontecimentos, percebemos todos os sinais que a vida nos enviou e não ouvimos, de tão envolvidos que estávamos em nossos desejos, sem perceber que eles nunca correspondem à Vontade interna, relacionada com a alma e sua missão aqui no planeta.

Meditando, podemos perceber que todas as vezes que respeitamos o fluxo da vida, ela flui exatamente como precisa, levada pelas mãos Daquele que possui a verdadeira sabedoria para conduzi-la exatamente como é melhor e mais acertado para nós e nossa evolução, de acordo com a sincronicidade universal. E o que é sincronicidade?

"A sincronicidade não é mais enigmática nem mais misteriosa do que as descontinuidades da Física. É apenas nossa convicção arraigada do poder absoluto da casualidade que cria as dificuldades ao nosso entendimento e nos faz parecer que não existem nem podem existir acontecimentos acausais".
(Carl G Jung)

Quem nunca recebeu um telefonema de alguém no exato momento em que pensava na pessoa?
Em termos simples, sincronicidade é uma experiência em que ocorrem dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa, ou pessoas envolvidas. Sincronicidade não é coincidência, é algo mais profundo e revelador, surge espontaneamente, sem raciocínio lógico, ou seja, geralmente acontece quando não estamos nem pensando no assunto.

Sincronicidade é uma revelação espontânea, que Jung chamava de insight e necessita de compreensão. Como isso acontece, e o mais importante, para quê?

Podemos chamá-la de "uma outra inteligência", que habita na mente superior, onde existe o discernimento. Os acontecimentos sincrônicos intervêm para nos prevenir que estamos no caminho errado. Nos permite escolher e se persistirmos em seguir o caminho contrário, à nossa maneira, desconsiderando esses sinais, pagamos um alto preço. Escolher corretamente deixa o coração leve, dá tranqüilidade. O maior sinal da decisão contrária é o desassossego interior. Uma sensação de aperto no peito, de intranqüilidade. E mesmo com esses sintomas, muitas vezes tomamos o caminho errado porque nos falta confiança em nós mesmos, não acreditamos em nossa intuição.

Posso dizer que toda vez que meu coração me diz algo, que sinto intuitivamente, mesmo que minha mente encontre mil argumentos contrários e até lógicos, e eu não ouço, faço da minha maneira, ou como o outro quer, não encontro harmonia e nem paz. Como diz o ditado popular: bato com a cara na parede!!!

As ocorrências sincrônicas não acontecem isoladamente. Com frequência, elas ocorrem no final de uma série de pequenos acontecimentos e, se nos conscientizarmos da sua importância, nos tornaremos sensíveis ao que realmente nos protege. Sincronicidade é a linguagem do divino orientando nossa vida; o que precisamos mesmo é saber interpretar esses sinais. Para isso, é necessário que estejamos entregues ao fluxo da vida com suas constantes mudanças e sensíveis ao chamado do Alto.

O segredo está na capacidade de discernir e, principalmente, no poder pessoal que nos permite acreditar sempre no chamado do nosso coração, porque ele nunca falha.

Vera Godoy
por
El Morya Luz da Consciência - nucleo.elmorya@veragodoy.com

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Texto extraído do site Somos Todos Um -
http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=23312

sábado, 11 de setembro de 2010

Sou arquiteto

Sou arquiteto,
Aquele que dizem ser engenheiro frustrado,
Decorador disfarçado,
Esquisito, meio pirado,
Às vezes alienado, outras, por demais engajado;
Às vezes de Havaianas, outras engravatado.

Sou arquiteto,
Aquele que chamam de sonhador;
Ah! pudesse eu ter meus sonhos de volta,
Mas sou ainda um aprendiz na escola da vida;
Dominei a forma, distribuo espaços,
Mas muitas vezes me sinto fora de esquadro,
Perdido em linhas paralelas demais,
Numa escala indefinida.

(autor desconhecido)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Se você não acredita, simplesmente não vê!

por Rosana Braga

Se você não acredita, simplesmente não vê!

Já deve ter acontecido de você não acreditar em algo e encontrar alguém que, ao contrário, acredita. Pode se tratar de um tema muito simples ou de questões mais complexas. Quando falamos de algo concreto, é mais raro de acontecer, mas não impossível. Mas quando falamos de algo subjetivo como os sentimentos, por exemplo, esse fato é muito mais comum do que imaginamos. E o amor é um exemplo clássico!

Costumo receber muitas mensagens e também ouvir de muitos amigos e conhecidos sobre o quanto não acreditam no amor. Ou melhor, do quanto não acreditam que existam pessoas interessantes disponíveis e dispostas a viver uma relação que valha a pena.

Claro que, muitas vezes, a repetição dessa falta de crença na felicidade a dois não passa de uma grande defesa, uma tentativa de amenizar a frustração que sentem por ainda não terem experimentado essa sensação ou por terem sofrido nalguma tentativa anterior. Tornam-se reféns de seu próprio medo.

O argumento deles é bastante semelhante. A maioria alega que basta olhar ao redor e tentar identificar o número de casais infelizes, insatisfeitos e em crise. Sim, isso existe mesmo. No entanto, o contrário também poderia servir-lhes de reforço para a construção de uma nova crença.

Ou seja, bastaria observar com um pouco mais de credibilidade para identificar também casais felizes, realizados e cuja relação já atingiu profundidade e intensidade suficientes para provar que vale a pena arriscar! Vale a pena oferecer ao outro o seu melhor!

No entanto, a grande questão é: se tantas pessoas duvidam da disponibilidade das demais, se tantos homens colocam em dúvida o quanto as mulheres podem ser companheiras e amigas, e se tantas mulheres colocam em dúvida o quanto os homens podem ser sinceros e entregues, então, podemos concluir que essas pessoas estão duvidando umas das outras o tempo todo.

Resultado? Ninguém enxerga ninguém. Embora seus olhos sejam perfeitos, sofrem de uma deficiência do coração. Não acreditam e, portanto, simplesmente não vêem. Afinal de contas, vivemos para provar nossas crenças. Todos nós passamos a vida toda tentando provar que aquilo que consideramos correto realmente está correto. E vice-versa.

E se alimentamos a crença de que não existem homens e mulheres que valham a pena e estejam disponíveis para um compromisso, então nos empenharemos todos os dias – mesmo que inconscientemente – para provar que estamos certos!

E o que decorre desse cenário é que homens e mulheres que são gente muito boa, que gostariam muito de viver uma relação de verdade, simplesmente não se validam, não se reconhecem. Dispostos a repetirem suas crenças, dão um jeito de enxergar no outro algo que comprove que realmente não valem o investimento. E assim, desistem antes mesmo de tentar. Ou, pior, vivem relações cheias de neuroses, medos e inseguranças, como se fossem se dar mal a qualquer momento. E quer saber? Vão mesmo! Claro... se é nisso que apostam, mais cedo ou mais tarde, é o que conseguirão!

Portanto, pare de apostar no que você não quer e comece a apostar no que quer. Quer encontrar uma pessoa sincera, romântica, inteligente, carinhosa, leal, entre outros adjetivos? Pois muito bem: o primeiro passo é começar a acreditar que essa pessoa existe e terminará esbarrando com ela quando menos esperar! Enfim, comece a acreditar intensa e contundentemente no quanto existem pessoas interessantes e disponíveis e, finalmente, estará abrindo espaço para que uma delas chegue para ficar...

Rosana Braga é Escritora, Jornalista e Consultora em Relacionamentos Palestrante
e Autora dos livros "Alma Gêmea - Segredos de um Encontro"
e "Amor - sem regras para viver", entre outros.
www.rosanabraga.com.br e Comunidade no Orkut

Email: rosanabraga@rosanabraga.com.br
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Texto extraído do site Somos Todos Um -
http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=10003

domingo, 27 de junho de 2010

A Realidade é uma Ilusão - TODOS SOMOS UM

http://www.youtube.com/watch?v=L8_uZd9XDbQ&feature=player_embedded


A força destrutiva da tecnociência

Sempre um Bom Papo, com o teólogo Leonardo Boff

http://www.youtube.com/watch?v=jYB3IXHLALo&feature=player_embedded#!

"...seria o justo preço de nossas loucuras e de nossas crueldades".

A Grande Invocação

Do ponto de Luz na Mente de Deus, que flua luz às mentes dos homens;
Que a Luz desça à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus, que flua amor aos corações dos homens;
Que o Cristo volte à Terra.
Do centro onde a vontade de Deus é conhecida, que guie as pequenas vontades dos homens;
O propósito que os Mestres conhecem e servem.
Do centro a que chamamos raça dos homens, que cumpra-se o Plano de Amor e Luz
E mure-se a porta onde mora o mal.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

lactose intolerants

Se você estiver feliz, o amor fluirá em sua direção...

"Exatamente como a água flui para baixo e o fogo flui para cima, o amor flui em direção à felicidade". Osho

terça-feira, 22 de junho de 2010

Faze o que tu queres

(...) No Livro da Lei, a Lei da nova era é sintetizada na frase "Faze o que tu queres há de ser o todo da Lei", e tem como contraponto e complemento "Amor é a lei, amor sob Vontade". Facilmente poderíamos imaginar um paraíso da libertinagem, mas a vasta obra de Crowley nos mostra que liberdade sim, mas com conhecimento, em suas próprias palavras:

O tolo bebe, e se embebeda:
o covarde não bebe.
O homem sábio, bravo e livre, bebe, e dá glórias ao Mais Alto Deus.

extraído do texto "Legado do 666" de Marcos Torrigo ( www.otobr.org)

Por que nos dizemos bruxos e bruxas?

O termo bruxaria é um termo que sempre desperta reações. Ele está tão associado a coisas "escuras e maléficas" que algumas pessoas questionam se devíamos mesmo usar este termo para identificar estas práticas neo pagãs que fazemos uso, como instrumental de nossa ligação com a DEUSA.

Mas voltemos ao passado, vamos voltar ao tempo em que mulheres e homens diferentes, que incomodavam os poderes estabelecidos, eram cruelmente torturados.

Poucos percebem que a tortura, para confessar bruxaria, era uma tortura similar a que os serviços secretos ainda usam hoje, para extrair informações sobre as reais práticas dos que eram depois sacrificados a fogueira, num ritual necromante, para imprimir na anima mundi, na alma do mundo, um medo à magia, ao conhecimento dos povos naturais.

O saber dos povos naturais foi progressivamente sendo destruído por um conluio de forças que tem uma de suas principais forças começando a atuar no pacto nefasto de Júlio César e seus asseclas com Cleópatra e seu clero, quando os conhecimentos passaram a ser sistematicamente perseguidos e um simulacro de religião foi criada, com nítida função de criar servos, de dominar.

Os exércitos de guerreiros iam se tornando mercenários brutais e os sacerdotes iam se tornando mercadores de almas.

Júlio César destrói a biblioteca de Alexandria e então mais tarde, o Império Romano assume a religião cristã, isto é, cria uma versão da religião cristã para si, e com as armas, a vocação das legiões ainda em sua egrégora, sai a destruir Cátaros, Albigineses e depois cruzadas rumo ao Oriente, guerras de conquista, a invasão destas terras brasilis e de todo o continente, a escravização ou massacre de populações nativas tanto aqui como na África.

Fomos doutrinados para crer que o saber dos povos nativos é inferior, selvagem, supersticioso, que só a gloriosa tradição do positivismo vinda dos conquistadores é válida.

Essa prisão já foi imposta no próprio continente de onde vem os conquistadores, ali já perseguiram e julgam ter destruído todos os elos do saber dos povos nativos que ali também viveram.

Julgam que o racionalismo venceu e o saber místico e mágico foi erradicado.

Rindo disso, em menires, em lugares sagrados, dentro de capelas e igrejas que os conquistadores construíram em cima de lugares de poder, herdeiros e herdeiras desse Saber Ancestral continuam ritualizando e ao ritualizarem reatualizam o mito.

Então a Era Industrial, os paradigmas da Era Industrial tomam os povos, as cidades crescem, as pessoas vão perdendo o elo com os campos, com a natureza. Poucos se lembram que é o ouro arrancado de Hy Brasil, sob a vergasta do conquistador, com o sangue dos escravos índios e africanos, que migra de Portugal para a Inglaterra e faz acontecer a Revolução Industrial.

O mundo muda, os paradigmas mudam, o povo natural é ainda mais desprezado e seu saber relegado a condição de superstição grosseira.

O orgulhoso materialismo positivista arrogantemente pretende dizer o que é real e o que não é. Onde devia dizer "não entendo", ou "sequer percebo" dizem "não existe".

Campos, pagus, pagãos, povos dos campos, em sintonia com a vida, com a natureza. Tais valores passam a ser tido como menores, sinal de atraso.

Urbes, cidades, povos urbanos, isolados da natureza, mas ainda dela dependem. O povo da cidade é tido por culto, intelectualizado.

O mundo passa a ser dividido em nações "desenvolvidas", "industrializadas" e nações "subdesenvolvidas", "não industrializadas" .

O preço dessa "revolução industrial " é visível hoje na destruição da camada de ozônio, na extinção de espécies animais e vegetais, num caos social que gera violência e tensão em várias escalas.

Lhes pergunto: Teria acontecido uma revolução industrial como essa, em povos com a ligação plena da Terra como os nativos?

A Revolução Industrial aconteceu na forma que ocorreu porque a Vida e a Terra foram coisificados, pessoas se tornaram "mão de obra" e a Natureza "fonte de matéria prima".

E cá estamos neste caos ecológico e social tremendo, que combinados com as potentes armas que existem podem exterminar toda a vida sobre a Terra.

É total ilusão acreditar que o modelo da revolução industrial é o único modelo possível de desenvolvimento tecnológico.

Os bruxos e bruxas foram mortos, seu saber perseguido e quase extinto porque falavam de uma realidade viva, de uma natureza viva e consciente e assim, os caminhos que propunham eram caminhos onde a tecnologia viria na forma de uma tecnologia branda, não agressiva ao meio ambiente, onde os seres humanos continuassem a desenvolver um estilo de vida que não fosse o dos escravos e senhores, perpetuados em diferentes formas na presente organização social.

A guerra entre conquistadores e povos nativos sempre foi uma guerra pelo controle da realidade.

Os povos nativos em sua quase totalidade optam por abordagens harmônicas e empáticas com a natureza, enquanto os povos conquistadores estão sempre preocupados com seu poder e subjugação de outros, pouco percebendo o que acontece a sua volta além de seus interesses, tendo sempre atitudes desarmônicas.

A partir dos valores dos povos nativos, hoje usando mesmo alguns dos conhecimentos oriundos desta civilização tecnológica que aí está, podemos criar uma outra realidade, onde o mundo pode continuar seu fluxo, sem necessitar deste modelo de destruiçao progressiva que hoje domina.

Utopia?

Não, magia!

Outros povos desenvolveram outros estilos tecnológicos, Maias, Anassazi e outros povos que migraram para outras condições da Realidade quando do ínicio das crises neste mundo, desenvolveram estilos de tecnologia que hoje fazem parte do chamado "fenômeno ufológico" tema que um dia abordaremos aqui, "Bruxaria e ufologia".

Nós ficamos presos nesta senzala, que é a pretensa realidade, mas outros povos migraram para outras condições da realidade, outros mundos e dimensões e ali continuaram seu ciclo evolutivo.

Nos visitam quando os conquistadores de plantão cochilam.

Estamos entrando na Era Pós Industrial.

Touraine, Toffler, Domenico de Masi, são muitos os que abordam este fato, que a Era Industrial fica para trás como um parenteses num caminho que liga os paradigmas da nova fase histórica com os da chamada "primeira onda" de Toffler, valores como busca de uma produção orgânica, valorização do sentir e da intuição tanto quanto do pensamento sistematizado, enfim valores ecológicos , voltam a ser respeitados e considerados vitais para a sobrevivência saudável do ser humano, pois basta um olhar crítico sobre o mundo para perceber que a sociedade que vivemos não é saudável.

E o suporte filosófico e místico não vem de religiões dogmáticas que foram usadas através do tempo para dominar as pessoas, onde culpa, medo e insegurança são estimulados nos "seguidores".

O neo paganismo, a religião da Terra, o religar-se à Terra enquanto ser vivo e consciente é um caminho que leva à MAGIA e a VIDA.

Em homenagem sincera a tantas mulheres valorosas, homens corajosos, que entregaram suas vidas às chamas, que resistiram a tortura mas nada revelaram dos SEGREDOS; em homegem a estes heróis e heroinas que com seu sacrificio salvaram outros para que a tradição continuasse nos chamamos bruxos e bruxas.

Porque hoje podemos, nós seus herdeiros(as) espirituais, dançar em praça pública, dizermo-nos publicamente pagãos (ãs) e sentir que uma nova fase da História se aproxima, nos dizermos bruxos e bruxas.

E podemos ver além da confusão que os que sabem que vão perder o poder estão criando para que não percebamos o SOL da primavera retornando, porque temem a verdade, a constatação de que esta civilização construida no gelo da ganância e do egoísmo, ruirá por si.

Os que fizeram seus impérios e suas armas de poder no gelo da realidade vazia e estéril que criaram, temem que redescubramos a magia, pois o calor da magia os ameaça pela sua simples existência.

Por isso nos chamamos Bruxos e Bruxas, por isso temos caldeirões e colheres de pau, pilões, vassouras e outros instrumentos que usamos para tecer nossas magias, porque nestes simples atos deixamos nossa condição isolada e nos irmanamos em vasta corrente que além do tempo e do espaço conectada está com a Deusa.

Pois em cada ato mágico, em cada rito que ritualizamos, uma onda de energia vence tempo e espaço e toca nossos antepassados espirituais enquanto ardem na fogueira dos conquistadores.

Com nossa magia viva hoje lhes dizemos: - "Coragem, venceremos!"

texto original: www.casadobruxo.com.br

De volta aos trabalhos

A palavra de poder do novo Aeon é

ABRAHADABRA.

extraído do texto "Legado do 666" de Marcos Torrigo ( www.otobr.org)